A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 27/06/2020
No século XX,o governo de Juscelino Kubitscheck foi marcado por altos investimentos em estradas e rodovias no Brasil.Entretanto,observa-se que mesmo a sociedade sendo beneficiada com tais adesões,o crescimento e o inchaço urbano nas cidades têm dificultado a mobilidade urbana,uma vez que há a falta da flexibilização de horários aos trabalhadores e a ausência de investimentos em transportes coletivos.
A priori,cabe ressaltar que a falta de flexibilização dos horários de trabalho no Brasil acaba influenciando o grande trânsito no país,uma vez que a maioria dos trabalhadores acabam tendo horários fixos e correspondentes entre milhares de pessoas,o que aumenta o número de transportes individuais nestes horários e prejudica a população e o meio ambiente ,cujo fica poluído por conta dos gases liberados pro tais veículos.
Além disso,pode-se ressaltar que a precariedade relacionada aos transportes públicos como metrôs e ônibus também é um fator que contribui para o crescimento desordenado de transportes individuais.Segundo a Organização Mundial da Saúde,a questão do transporte coletivo é também uma questão de saúde pública,uma vez que investimentos eficientes diminuiria o número de carros na cidade,e também minimizaria índices de acidentes,poluição e inatividade física.
Fica-se claro que a mobilidade urbana é uma problemática a ser discutida no país.Assim,cabe ao Governo,em consenso com empresas ,a criação de mais transportes públicos,como metrôs e ônibus,além da criação de ciclovias.Além disso,é necessário que o Poder Legislativo crie leis que flexibilizem os horários dos trabalhadores brasileiros,a fim de diminuir o inchaço urbano em específicos horários.Desse modo,a sociedade poderá usufruir de forma correta os investimentos feitos no governo de JK.