A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 09/05/2020

Com o advento do Modelo Rodoviarista de Juscelino Kubitschek, que visava em incentivar a instalação de indústrias automobilísticas no Brasil, corroborou para o acréscimo da crise na mobilidade urbana. De maneira análoga, no século vigente ocorreu uma abrangência do movimento pendular nas cidades, que além de ocasionar o inchaço do fluxo de veículos, acarreta no decréscimo de investimentos de empresas nas regiões.

Em primeiro plano, é importante ressaltar que o movimento pendular é uma migração que a maioria da população executa para se deslocarem ao trabalho, escolas entre outros inseridos em outras cidades. Mediante a isso, esse cenário corrobora para o inchaço no fluxo de veículos nas vias e o aumento da imobilidade urbana. Logo, esse fator necessita de alternativas para que ocorra uma melhoria nesse panorama.

Ademais, segundo Karl Marx, “Em um mundo capitalizado, a busca pelo lucro ultrapassa valores éticos e morais.”. Nesse sentido, empresas acabam não investindo indústrias em certas regiões, em virtude de não adquirirem um lucro elevado, pelo fato da dificuldade no recebimento de insumo e no escoamento da produção, que torna a localidade pouco atraente.

Portante, em visto dos argumentos apresentados, O Governo deve advir investimentos no transporte público para a população que utiliza o movimento pendular, e assim diminuir o inchaço do fluxo de automóveis  nas cidades. Além disso, o Estado deve executar o rodízio veicular para estabelecer proibições á circulação de diversos tipos de veículos, e assim empresas conseguirem investir nas regiões, além de facilitar o transporte de produtos. Dessa maneira, será possível reduzir a crise na mobilidade urbana.