A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 28/03/2020

No convívio social brasileiro,demonstra-se um desequilíbrio nos meios de locomoção,visto que muitos indivíduos necessitam de transportes para transitarem,assim é comum a existência de engarrafamentos;além disso diversos cidadãos dependem de conduções públicas,estas geralmente são lotadas e desconfortáveis.Esse panorama comprometedor requer uma atuação mais contundente por parte do poder público e das instituições formadoras de opinião em se tratando de alternativas,a fim de reduzir a crise na mobilidade urbana.

Efetivamente,já existem deliberações que garantem uma maior harmonia na movimentação social.Prova disso é válido ressaltar a Política Nacional de Mobilidade urbana,tal norma determina que os municípios com população acima de 20 mil habitantes elaborem  e apresentem um plano de locomoções no contexto urbano,com a intenção de planejar o crescimento das cidades de forma ordenada,no entanto tal medida não tem sido devidamente cumprida,já que ainda é notória a ocorrência de trânsitos caóticos com elevada quantidade de automóveis.Esse cenário desafiador exibe a displicência da administração pública ,no sentido de incrementar melhorias que garantam uma redução da crise na mobilidade urbana.

Ademais,é escassa a noção de uma mentalidade que valorize a utilização de transportes alternativos,como bicicletas,trens e metrôs.Isso se deve ao intenso destaque dado à malha rodoviária durante a gestão do presidente Juscelino Kubitschek,em razão do Plano de Metas,que tinha por um dos objetivos potencializar o setor de transportes,em vista disso há desde esse contexto uma preferência para o uso de carros,causando um elevado fluxo de veículos,colaborando,ainda,com a intensificação da poluição nas grandes metrópoles,devido à concentração de gases eliminados por automóveis e ônibus,principalmente.Essa circunstância adversa explicita a negligência de alguns núcleos familiares,no que tange ao desenvolvimento de uma cultura que busque diversificar os meios de locomoção.

Portanto,com o fito de mitigar a crise na movimentação social nas cidades e fazer jus à Política Nacional de Mobilidade Urbana,é dever do Governo Federal intensificar investimentos em torno dessa pauta,por intermédio de um replanejamento de prioridades orçamentárias,visto que esse tipo de atividade possibilita a destinação de verbas para os municípios brasileiros,com o escopo de realizar reformas nas avenidas e nos transportes públicos.Outrossim,compete às famílias ampliar diálogos sobre essa temática,por meio de reuniões domésticas,que fomentem uma mentalidade que valorize os transportes alternativos.Logo,a perspectiva evidenciada por Juscelino Kubitschek será modificada.