A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 15/03/2020
O plano desenvolvimentista de Juscelino Kubistcheck, dos anos 50, estimulou o consumo exacerbado de automóveis no intuito de modernizar a sociedade brasileira. Entretanto, no atual cenário do país, nota-se uma perceptível crise na mobilidade urbana. Esse quadro antagônico é fruto tanto do avanço globalizado tecnológico que proporciona a utilização de bens de última geração, quanto da falta de politicas públicas que visem a utilização de meios sustentáveis. Desse modo, é necessário que medidas sejam tomadas, a fim de modificar esse conflituoso cenário.
Precipuamente, é fulcral apontar que a crescente massa globalizada se tornou um fator indispensável à qualquer indivíduo, visto que a fabricação e a utilização de automóveis tem como principal objetivo atender a demanda populacional. O modelo toyotista, desenvolvido por Taiichi Onno, teve como uma de suas principais bases a utilização de pesquisas que aproximassem o cliente à industria, de modo literal. No cenário brasileiro, tal alusão é percebida pela cultura local de incorporar bens materiais exteriores, o que impulsiona, de maneira exagerada, o investimento em meios de transportes de última geração, provocando, portanto, um inchaço descontrolado nas ruas, ocasionando a crise na mobilidade urbana do país. Diante do contexto, tem-se necessário a reformulação dessa postura comportamental, de forma urgente.
Somado a essa ideia, é imperativo ressaltar a ineficácia do governo brasileiro frente a crianção de mecanismos à utilização de meios alternativos que visem não só diminuir a crise na mobilidade, como também atenuar os problemas ambientais gerado pela emissão de gases estufas na atmosfera, através carros e motos. Gases como o dióxido de carbono e o monóxido de carbonos são oriundos principalmente da combustão ocorrida nos motores veiculares, sendo esses, os principais gases estufas. Nessa perspectiva, torna-se mister a alternância de meios de transporte como medida perspicaz a diversos problemas contemporâneos brasileiros
Com isso, medidas exequíveis são necessárias para a solidificação de um Brasil melhor. Para isso, no intuito de mitigar a crise da mobilidade urbana, é necessário que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do governo, será revestido na criação de politicas que visem estimular a utilização de meios alternativos como, por exemplo, bicicletas, através de investimentos para propiciar esse mecanismo a todo cidadão, contribuindo para o bem-estar social. Dese modo, atenuar-se-á em médio e longo prazo ao impacto nocivo do problema, ocasionado pelo desenvolvimentismo da década de 50.