A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 22/10/2019
No que se refere a mobilidade urbana,pode-se afirmar que representa um desafio a ser enfrentado de maneira mais eficaz e organizada pela sociedades brasileira.Conquanto,desde os incentivos a expansão política rodoviarista,promovidos por Juscelino Kubitschek em seu governo,o Brasil passa por uma valorização exagerada de automóveis,que resultou no revés da mobilidade urbana - uma vez que o excesso de veículos impede a fácil locomoção dos indivíduos,problema agravado na contemporaneidade.Assim,cabe à análise acerca de causas,consequências e possível solução da problemática.
Mormente,é importante ressaltar a intríseca relação de fatores que possibilitaram o agrave dessa temática.De acordo com o observatório das metrópoles,entre 2008 e 2018,período considerado no relatório,o total de automóveis no Brasil passou de 37,1 milhões para 65,7 milhões;ou seja,desde os anos 2000 vem ocorrendo um elevado crescimento da frota de veículos;algo grave,tendo em vista que cidades estão enfrentando piores problemas no trânsito e transporte continuam recebendo um alto percentual de carga de novos veículos - uma vez que a população opta cada vez mais pela utilização de automóveis,evidenciando assim,em um exagerado povoamento sobre as ruas.É,portanto,inaceitável que não haja políticas publicas para resolução desse caso.
A priori,vale salientar os efeitos dessa propícia.Segundo a Política Nacional de Mobilidade Urbana,foi incrementada uma lei que determinam planos que priorizem o modo de transporte não motorizado e os serviços de transporte público.Desse modo,seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público eficiente,entretanto essa realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é refletido gravemente na difícil locomoção de indivíduos sobre as ruas - sendo que o alto fluxo de carros presos sob engarrafamentos as impedem de se locomoverem.Ademais,como impulsionador desse problema,notemos a noção de luxo que paira no imaginário popular,que tem a ver com ideias proferidas no governo JK,perante o excesso de transportes individuais - fomentada de empresas automobilísticas.É inadmissível que um país se sente acomodado diante dessa situação.
Infere-se,portanto,pensar em soluções para o problema;entretanto o Governo e as secretarias dos transportes metropolitanos devem agir,por meio de uma ampliação na quantidade de linhas de metrô no território brasileiro,incrementando lá grandes investimentos financeiros,viabilizando uma adequada fiscalização e um exímio funcionamento,que tem como fito zela e garantir o bem-estar populacional.Com isso,espera-se diminuir a chance de busca pelo transporte individual,facilitando a melhoria na locomoção.