A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 21/10/2019

De acordo com a Constituição Federal de 1988, artigo 5, todo cidadão tem direito de “ir e vir” sem restrições. Porém, na prática não acontece desta forma. A falta de investimentos governamentais e o fluxo intenso de meios de transportes nas vias urbanas, contribuem para a crise na mobilidade urbana brasileira.

É preciso destacar a priori, a deficiência de investimentos por parte de políticas publicas como propulsor desse impasse. Segundo uma pesquisa realizada pelo G1, o Brasil perde, em média mais de R$ 267 bilhões por ano em congestionamento. Isso ocorre devido o mal planejamento de rodovias, para a quantidade excessiva de carros existentes, colocando até mesmo a segurança pública em risco.

Faz-se mister, ainda, salientar o fluxo intenso dos meios de transportes como instigador dessa problemática. A busca por melhores condições de vida nos centros urbanos e nas grandes metrópoles acarretou um número elevado de contingente populacional nessas localidades. Com a precariedades nos meios de transportes públicos, as pessoas acabam optando pelo carro próprio, na qual tal medida é uma alternativa insustentável ao meio ambiente.

Mediante os fatos expostos, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O governo juntamente com o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) deve criar projetos a fim de investir em prol de melhorias nas rodovias. Assim como é de suma importância, que o poder municipal invista nos transportes públicos, nesse sentido o individuo poderá usufruir desse meio de forma íntegra e segura. Colocando em pratica tais implementações a crise na mobilidade urbana será uma mazela passada na sociedade brasileira.