A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 19/10/2019
Tem sido cada vez mais frequentes, nos mais variados espaços sociais, as discussões em torno da mobilidade urbana no Brasil. Trata-se de um assunto polêmico, havendo aqueles que entendem o que as cidades devem investir na construção e ampliação de ciclovias e ciclofaixas e outros que não trocariam o conforto do seu automóvel. Frente a essa controvérsia, uma análise ponderada é capaz de tornar claro que os municípios precisam investir na infraestrutura dos transportes públicos e em formas de deslocamento sustentáveis.
Há quem discorde, alegando, com certa razão, que o deslocamento realizado por um meio de transporte coletivo se torna demorado e desconfortável. Não se deve ignorar, no entanto, que quando se tem uma faixa exclusiva para o coletivo, o mesmo, torna o caminho mais vantajoso,como exemplo o BRT que possui uma via particular e evita os transtornos do engarrafamento das auto-pistas.
È necessário considerar, no entanto, que com o aumento das ciclovias e ciclofaixas nas cidades, o numero de ciclistas aumenta a cada ano. E junto a esse crescente fator, o numero de empresas que fornecem aluguel de bicicletas compartilhadas também se expande ao longo dos anos. O que nós mostra que não só existem pessoas que são favoráveis a esse meio de locomoção, como também , utilizam os mesmos.
Diante do exposto, faz-se evidente que os órgãos governamentais junto ao ministério legislativo criem leis a fim de tornar os transportes públicos acessíveis e com sistema de refrigeração adequados. Paralelamente a isso, que os municípios invistam em meios de transportes sustentáveis e com linhas exclusivas. Faz -se fundamental sobretudo que a sociedade civil organizada cobre de seus governantes medidas efetivas para a uma locomoção mais rápida e prática. Tais medidas, visam combater o empasse de forma precisa e democrática.