A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 16/10/2019

Na 2° Revolução Industrial foi desenvolvido o primeiro carro que ficou mundialmente famoso, o Ford T. Hoje, milhares de modelos são produzidos por diversas empresas automotivas. No Brasil, atualmente, milhões de pessoas sofrem diariamente com a falta de mobilidade nas rodovias, devido ao excesso de carros e falta de alternativas para locomoção.

No capitalismo, atual sistema econômico mundial, os indivíduos estão sempre sendo influenciados a consumir. Para muitos, ter um carro não é só um bem material, mas sim um “glamour”, é possuir um status social, construído na atual sociedade consumista. Devido a isso, muitos cidadãos têm como adquirir um automóvel uma meta de vida. Assim, o número de carros nas ruas aumentam a cada ano, gerando cada vez mais problemas de mobilidade urbana.

Paralelamente a isso, os transportes públicos em geral são péssimos no Brasil. Superlotados, sucateados, sujos: essa é a realidade de quem opta por esse serviço. Essa situação só contribui para que as pessoas comprem um carro e assim gerando mais problemas de locomoção urbana.

Diante desse caos, as empresas de transportes públicos precisam se comprometer a melhorar o serviço prestado para a sociedade, e serem fiscalizadas com mais rigidez. Além de cumprir com essa fiscalização, o governo deve elaborar projetos, contratando engenheiros de trânsito capacitados, para a construção de ciclovias, juntamente com incentivo a população a se locomoverem por meios alternativos como a bicicleta. Assim, será desconstruída essa idéia de que no Brasil é necessário ter um automóvel, acabando com esse caos urbano vivido diariamente por milhões de pessoas.