A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 17/10/2019

Na obra ‘‘utopia’’ do escritor inglês Thomas More,é retratado uma sociedade perfeita,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto o que se observa na realidade brasileira é o oposto que o autor prega,uma vez que a mobilidade urbana apresenta barreiras as quais dificultam a concretização dos planos de More.Sob esse aspecto,faz-se necessário as principais causas, consequências e uma possível medida relacionada a esse triste fenômeno na atualidade.

Em primeira análise, a falta de estruturação rodoviário,representa uma motivador fundamental para o agravamento desse impasse social.Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável pelo bem estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido a falta de atuação das autoridades,muitos indivíduos chegam atrasados no seus compromissos por não terem opções para trafegar em outras vias e gera estresse na população devido o transito ser  caótico em horários de picos.

Além disso, é possível destacar a má qualidade dos serviços prestados de transportes coletivos, como promotor do problema. De acordo com o jornal de notícias G1, 60% dos usuários não estão satisfeitos com os ônibus nas grandes cidades devido a superlotação e precárias condições físicas dos terminais, no qual incentiva o cidadão a usar o seu próprio veiculo. Diante desse tal contexto é inaceitável a omissão das instituições especializadas, frente ao declínio da nação está sendo submetida.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse.Desse modo,o governo em conjunto com o DENATRAM deve investir em recursos para renovação e ampliação de frotas de ônibus, por meio de impostos pagos pelos brasileiros. Espera-se, com isso,melhorias  na qualificação do trabalho,com intuito da  população deixar de usar o transporte particular e se interessar em locomover com o uso do  coletivo. Sendo assim, os problemas enfrentados da mobilidade urbana, amenizará.