A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 16/10/2019

O sistema rodoviarista, do Brasil, foi implantado, em 1960, no governo do Jucelino Kubitschecke, a qual possuia a finalidade de promover o deslocamento das pessoas no território brasileiro. Entretanto, ao descortinar o século XX, as rodovias não estão mais suportando o contigente populacional como em 1960, devido a falha de infraestrutura na mobilidade urbana e ao aumento de carros partículares nas estradas.

Nessa perspectiva, sabe-se que o sistema rodoviário é o que mais necessita de reparos, uma vez que a passagem frequente de carros e caminhões distorcem as estradas e os agentes exogenos -como a chuva- favorecem o aparecimento de buracos. Dessa maneira, o ideal seria que as estradas fossem reparadas periodicamente. No entanto, o governo não destina dinheiro suficiente para esse setor, logo o deslocamento é prejudicado,visto que tanto demora mais quanto torna-se mais perigoso chegar ao destino.

Outrossim, a crescente crise da mobilidade urbana está relacionada com o aumento de carros nas cidades. Isso é demonstrado na pesquisa da Associação Nacional dos Detrans (AND), a qual o Brasil possui 1 carro para cada quatro habitantes. Nesse viés, tal fato é comprovado pelo estimulo de bancos a financiarem carros à juros baixo, sendo assim, aumentando a frota e consequentemente as ilhas de calor, uma vez que os gases do efeito estufa, a qual absorvem calor e aquecem o meio, são expelidos pelos automoveis.

Diante do exposto, observando-se a questão sob essa ótica e a pequisa da AND, é possível validar a cultura nacional caso algumas medidas sejam tomadas. Nesse sentido, é dever do Ministério do Transporte distribuir melhor a arrecadação de dinheiro, a fim de melhorar a infraestrutura das estradas, por meio de políticas públicas, visto que o deslocamento de pessoas e produtos é essencial para o desenvolvimento das cidades. Ademais, é essencial que esse dinheiro também seja usado para comprar transporte público,