A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 15/10/2019

Ao advento da Revolução Industrial, século XVIII, corroborou com o crescente êxodo rural, o que levou ao aumento populacional nas cidades. No entanto, na contemporaneidade, fatores como o histórico levaram a uma crescente crise da mobilidade urbana no Brasil. Destarte, convém analisar não só as causas, como também possível medida para solucionar a problemática.

Em primeiro plano, convém analisar como a globalização, por meio da modernização do espaço rural, torna um dos fatores da problemática no país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, com implantação de tecnologias nos campos, tornou o trabalho assalariado cada vez menos necessário, em que uma única máquina pode substituir 100 ou mais trabalhadores. Dessa maneira, lê-se, como nociva o papel das tecnologias para o desemprego, o que leva à busca por empregos em grandes cidades, impulsionando o inchaço populacional.

Ademais, a falta de planejamento urbano pelo poder público corrobora com a crise da movimentação municipal, ou seja, o crescimento desorganizado, levou as cidades ao caus. De acordo com o Ministério das Cidades, aproximadamente 6% das cidades brasileiras, tem plano de mobilidade.  Dessa forma, é notável a nociva compreensão de que um país com uma Constituição Federal tão atualizada, o Estado não meça esforço para neutralizar a problemática no país.

Fica evidente, portanto, a necessidade da intervenção estatal para mitigar a crise atual no Brasil. É preciso, então, que o Ministério da Infraestrutura, em parceria com o Ministério da Tecnologia, crie o programa “SustentaBike” que possibilite o uso de bicicletas, transportes coletivos e sustentáveis, pela população, por meio de verbas públicas, tendo como objetivo a menor quantidade de veículos que corroborem com a crise da mobilidade no Brasil e permita menor emissão de poluentes atmosféricos. Assim, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada.