A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 16/10/2019
Na cidade de Recife, em Pernambuco, muitos reclamam da falta de eficiência de suas ruas, pelo fato do mau planejamento que causa vários atrasos na estrada. Dessa forma, é notável que a má elaboração das vias contribui com a crise da mobilidade urbana no Brasil. Além disso, a falta de qualidade do transporte público também soma ao impasse. Assim, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Está garantido na constituição o direito de ir e vir do ser humano, porém, não obstante ao fato, o mau planejamento urbano das vias dificulta essa garantia, uma vez que as sinalizações são importantes para um tráfico de automóveis fluído que, por conseguinte, ajudaria a sociedade contemporânea, a qual está sempre com pressa. Posto isso, torna-se evidente que essa má elaboração impossibilita o cidadão de exercer seus deveres diários com naturalidade.
Ademais, a falta de segurança e qualidade dos transportes públicos é um fator que soma à crise da mobilidade urbana. O fato do veículo popular não ser totalmente eficiente faz com que o brasileiro procure outras alternativas, assim somando à massa de automóveis que dificultam a locomoção nas ruas nacionais. Quanto a essa questão, pesquisas mostram que 83% das pessoas que utilizam carros em sua vida diária usariam o transporte público se ele estivesse de acordo com as suas expectativas. Nesse viés, nota-se que é preciso ações urgentes para melhorar esse fator.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Para tanto, é dever do governo orientar seus planejadores urbanos a revisarem as vias públicas e consertar erros de organização existentes, para melhorar a loco-moção dos automóveis e fazê-los fluir com agilidade. Além disso, usufruin-do de verbas liberadas pelo Estado, é necessário a melhoria dos transpor-tes públicos, fazendo com que sejam mais práticos e seguros, visando a preferência do cidadão para com eles e a diminuição de veículos circulando diariamente. Dessa forma, o problema será uma mazela passada no Brasil.