A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 14/10/2019
Em 1995,Juscelino Kubitschek (JK),foi eleito presidente da República e um dos marcos de seu governo foi a implementação de grandes montadoras de automóveis no Brasil.Essa politica permanece até os dias atuais.Com isso,a grande quantidade de carros nas ruas é o principal motivo para a crise de mobilidade urbana no Brasil.
O carro é uma marca na sociedade pós Revolução Industrial,e hoje é o principal meio de transporte no Brasil,influenciado pela politica pública de JK, contudo o número de veículos vem aumentando a cada ano.De acordo com uma pesquisa feita pelo Denatran,no Brasil a proporção é de 1 carro para cada 4 habitantes.O que vem gerando grandes engarrafamentos,poluição constante do ar e acidentes de trânsito.
O uso de transportes alternativos como bicicletas e patinetes para ir e vir também vem crescendo,porém em um ritmo bem mais lento em relação aos carros. Outro meio de transporte muito importante principalmente em grandes centros urbanos é o transporte público,como ônibus,metrôs e trens que fazem o papel oposto ao carro,pois além de transportar grande quantidade de pessoas,tem um custo bem mais em conta em relação ao carro particular e polui menos,mas a precariedade e a falta de investimentos público é um fator para haver maior número de pessoas comprando carros ou utilizando carros por aplicativo ao invés de optar pelo transporte público.
Dado o exposto,conclui-se que é notório que o uso de meios de transporte alternativos como,bicicletas e patinetes,é uma forma válida e eficiente para combater a crise de mobilidade urbana,mas para isso é necessário investimentos do governo em ciclovias por exemplo para garantir a segurança e autonomia das pessoas que usarão esses meios.Além disso é de extrema importância o investimento do Estado em transporte público de qualidade, que traga eficiência e facilite o dia-a dia das pessoas que usam-os.