A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 14/10/2019

Juscelino Kubitschek,ex-presidente brasileiro,governou o Brasil por meio de uma política desenvolvimentista,que tinha como um seus pilares o desenvolvimento da industria automobilística.O que posteriormente gerou a adoção do carro como o principal meio de transporte no Brasil.De maneira análoga a isso,a crescente crise na mobilidade urbana é um dos principais problemas nas grandes cidades,e apenas medias contrárias podem diminuir essa problemática.Nesse prisma,destacam-se dois aspectos importantes:a falta de investimento em transporte público e a carência de incentivos ao transporte alternativo.

Primeiramente,é indubitável reconhecer que a falta de investimento no transporte publico é um dos principais vilões da mobilidade urbana.Desse modo,segundo uma pesquisa do Instituto de Clima e Sociedade (ICS),57% dos entrevistados que utilizam transporte público consideram o serviço das empresas permissionárias de ônibus extremamente negativa.Conquanto,evidencia-se a necessidade de realizar investimentos no transporte público.

Outrossim,é notório que o uso de transportes alternativos deve ser incentivado,não só pelos benefícios a mobilidade urbana,mas também,a saúde.De maneira que,o Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística (IBOPE) realizou uma pesquisa que apontou uma queda de 28% em 2 anos de pessoas favoráveis à construção de ciclovias no centro de São Paulo.Sendo assim,fica evidente a necessidade de incentivar o uso dos transportes alternativos.

Em vista dos fatos supracitados,faz-se necessário a adoção de medias que venham diminuir a crescente crise na mobilidade urbana.Por conseguinte,cabe ao Governo Federal juntamente com o Ministério da Economia aumentar a verba para o investimento no transporte público,a fim de aumentar seu acesso e qualidade.Ademais,o Ministério da Educação deve criar campanhas nas escolas que tenham como objetivo incentivaràs novas gerações à utilizar meios de transporte alternativos.