A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 13/10/2019

Os presidentes Luís Inácio Lula da Silva e Jucelino Kubitschek implantaram medidas beneficiando o setor automobilístico nos seus governos, facilitando a compra de veículos para a população. Entretanto, as cidades mais populosas não estavam preparadas para o aumento de carros e motos trafegando. Com isso, surge uma problemática na mobilidade urbana no país, que além de causar grande trânsito nas metrópoles também acarreta sérios problemas ambientais.

Primeiramente, destaca-se a dificuldade de locomoção como consequência do aumento de veículos nas ruas. Segundo uma pesquisa divulgada pelo jornal “Época”, uma pessoa perde, em média, um mês e meio por ano no trânsito da cidade de São Paulo. Forma de combater isso, é investir no transporte público, haja visto que um ônibus cabe 60 pessoas, como dito pela SP-trans,  e ocupa, apenas, o espaço de dois carros em uma estrada.

Ademais, vale ressaltar os impactos ambientais causados pelo excesso de veículos nas ruas. De acordo com o professor e dono do maior canal de biologia no “YouTube”, Paulo Jubilut, carros e motos poluem a atmosfera com o gás carbônico e o óxido de enxofre, ambos agravam o efeito estufa e geram a chuva ácida. Diante disso, faz-se necessário que medidas públicas sejam criadas para evitar mais agressão à biota existente, tendo em vista que o homem também faz parte da natureza, logo, está sujeito aos problemas causados pela poluição.

É mister, portanto, que os governos municipais do país invistam mais no transporte público aumentando a frota de veículos e diminuindo o valor da passagem, de forma que as pessoas usem esse transporte por achar  mais econômico e viável. Além disso, o poder executivo das urbes devem aumentar a frota de veículos movidos a eletricidade ou biodiesel, a fim de diminuir os impactos ambientais causados pelo homem. Dessa forma, as consequências da má mobilidade urbana serão atenuadas e as ações dos presidentes Lula e Kubitschek terão efeitos positivos na atualidade.