A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 14/10/2019

A Constituição Federal, de 1988, prevê a todo cidadão o direito de ir e vim. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização do Estado em controlar o número crescente de carros nos centros urbanos. Nesse sentido, convém analisarmos as causas, consequência e possível medida para interver a problemática.

Deve-se pontuar, de inicio que o incentivo no desenvolvimento no setor automobilístico no governo de Juscelino Kubitschek, contudo na atualidade o uso desfreado de carro no perito urbano. De acordo com a Revista Veja, houve um registro de 94,3 mil de acidentes de trânsito na cidade de São Paulo nos oito primeiro mês do ano. Diante desse contexto, é lamentável que o baixo incentivo em infla estrutura como objetivo de melhor transito se mostra um dos principais desafios que o país enfrenta para ainda não ser desenvolvido.

Outrossim, o projeto Agenda 2030 de cidade e comunidade sustentável, mostra vários desafios para ser colocado em prática no país. Segundo o ativista, protestante Martin Luther King previa os conflitos da contemporaneidade ao afirmar no Sec. XX que “temos que tomar a frente da mudança que queremos ver". Diante desse infelizmente contexto, fica nítido que está questão regulamentação de leis e a ação devem ser enfrentada de forma mais organizado no âmbito nacional .

Evidência-se, portanto, para que as prescrição constitucionais não seja apenas teórica, mas se tornem medida prática é necessária uma ação mais efetiva do Estado. Assim, o Governo Federal e parceria com os municípios deve fazer a intervenção por meio melhoria em politica publica como ampliar a ciclo vias e incentiva a sociedade a usar o rodizio de intermodal tais como bicicleta, patins e monociclo compartilhado. Espera-se, com isso, que as empresa de coletiva faça melhoria do transporte coletivo, criação o bilhete único para incentivar a utilização do transporte público. A ação iniciada hoje pode mudar todo o futuro da sociedade brasileira.