A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 12/10/2019
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Tomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa o atual cenário brasileiro é o oposto do que o autor prega, uma vez que existe uma crise na mobilidade urbana. Nesse sentido, convém analisarmos as principais causas dessa problemática.
Em primeiro plano, é importante ressaltar que a dificuldade em se locomover nas vias das cidades deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbem tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, os cidadães enfrentam grandes engarrafamentos e demoram cerca de quarenta minutos no trânsito para chegar ao local previsto. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Além disso, empresas de transportes públicos também corrobora com a problemática. De acordo com o portal de noticias G1 cerca de 10% desses ônibus não possuem estruturas para transportar os passageiros adequadamente. Diante desse pressuposto, a procura de carros aumenta e o fluxo de veículos nas ruas são maiores o que contribui com a situação atual de surper lotação nas rodovias. Dessa forma, é inaceitável que mesmo pagando impostos parte dos indivíduos ainda passam por essa situação, logo torna-se necessário a dissolução dessa conjuntura.
torna-se necessário, portanto, a necessidade de uma tomada de medidas a fim de concretizar o pleno funcionamento da sociedade. Dessarte, Governo do Estado, por meio de subsídios deve investir em compras de transportes coletivos adequado, fazendo parcerias com empresas privadas levando conforto para a população. Espera-se, com isso, diminuir o numero de carros facilitando a mobilização das pessoas e, assim a coletividade alcançará a Utopia de More.