A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 12/10/2019
Na contemporaneidade, a crescente crise na mobilidade urbana tem se tornado um problema que afeta a população brasileira. Isso se dá pela quantidade demasiada de veículos individuais nos centros urbanos, que é por efeito da má qualidade do transporte público. Além disso, a preferência do uso do transporte individuais gera o aumento da poluição, ocasionando consequências ao ecossistema.
A priori, os cidadãos estão sendo atingidos pela deficiência da mobilidade urbana. Na mesma vereda, a dificuldade de locomoção acontece pela falta de qualidade dos transportes públicos e pela insuficiência de frotas para suprir as necessidades da população, por isso, boa parte dessa acaba optando pela compra de carros e motos e, inevitavelmente, gera o lotamento das vias urbanas. De certo, a negligência do Poder Público em relação aos transportes coletivos, acarreta grandes dificuldades e desconfortos para a sociedade, sendo necessária ações para suprir o descaso da situação da mobilidade urbana.
Outrossim, o aumento crescente de transportes individuais, além de dificultar a locomoção urbana, provoca a contaminação do ar, causado pelo dióxido de carbono liberado dos automóveis, gerando problemas respiratórios e danos ao meio ambiente, como o crescimento do efeito estufa. De acordo com o G1, os carros são responsáveis por 90% da poluição do ar em São Paulo. De fato, isso ressalta a urgência da incentivação à sociedade na priorização de bicicletas e transportes públicos.
Portanto, é necessário que o Ministério da Infraestrutura, responsável por políticas nacionais de transportes, melhore a qualidade dos trasporte públicos, por meio do aumento de faixas exclusivas para ônibus, da adição na quantidade de ônibus e do crescimento de transportes coletivos com ar-condicionados, para que assim a população opte pelo uso de transportes públicos, e, enfim, a crise da mobilidade urbana diminua. Ainda mais, o Poder Público deve incentivar os cidadãos a utilizarem mais as bicicletas, mediante a melhora das ciclovias, com o fim de que a locomoção urbana progrida e, por intermédio disso, a poluição decaia.