A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 12/10/2019

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher a melhor maneira de agir e pensar. Todavia, a respeito da intensificação dos impasses da mobilidades urbana no Brasil, recai sobre os governantes meios para amenizar tal problemática. Nesse contexto, deve-se analisar o crescimento da frota de veículos e as consequência na saúde do ser humano.

Em primeira perspectiva, é importante destacar o aumento da quantidade de veículos nas grande cidades. Ainda sob esse ângulo, a filósofa Hannah Arendt, com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Haja vista que o acréscimo na frota, muitas vezes, são observado de maneira comum, porém representa um grande desfavorecimento para a mobilidade urbana. Assim sendo, medidas são necessárias para atenuar os problemas de sobrecarregamento do espaço e entraves do fluxo .

Ademais, atrelado as adições de automóveis, salienta-se os efeitos para para os indivíduos intensificado pelas carência de mobilidade urbana. Nesse viés,  segundo os dados apresentados pela CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), na cidade de São Paulo,  cerca de 90% da poluição é causada pelos carros. Desse modo é notório que, os habitantes dessa cidade vivem em média dois anos a menos por causa dessa poluição, segundo o laboratório de poluição atmosférica da USP.

Torna-se evidente, portanto, a atuação do Ministério da Cidades, juntamente com os Governos Municipais, por meio de recursos federais, devem promover melhorias no transportes públicos como, adquirir novas frotas de transportes coletivo, construção de trens e ciclovias, com intuito estimular os cidadão a utilizar esse meio de transporte, assim inibirá o crescimento de veículos que circulam nas grande cidades e, desse jeito melhorando o sobrecarregamento, fluxos dos automóveis, diminuindo quantidade de poluição lançados na atmosfera e melhorando a qualidade de vida. Por intermédio das boas escolher, conforme ressaltado por Sartre.