A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 11/10/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a Eixo Social (transporte) e ao bem-estar. Conquanto, a crescente crise na mobilidade urbana impossibilita que boa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, os desafios de melhorias nos transportes público coletivo e a crescente demanda de carros devem ser superadas de imediato para que uma sociedade íntegra seja alcançada.
Em primeira análise, de modo análogo a teoria da ação social racional relacionada a fins do sociólogo Max Weber, observa-se que a atuação de grande parte dos políticos brasileiros têm como objetivo o benefício pessoal. Contudo, ocorre um redirecionamento do dinheiro que deveria ser investido na mobilidade urbana. Com isso, a falta de investimento ocasiona em um péssimo sistema de transportes públicos coletivo, que não tem a capacidade e nem o conforto de levar os passageiros.
Em segunda análise, ainda vale salientar a crescente demanda de carros como impulsionador do problema. No governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) e o seu legado de planos de metas com as industria automobilísticas, criou-se uma cultura, que o carro é sinônimo de status social, fazendo que as demandas e compras do mesmo subisse. Diante de tal contexto, observa-se que a sociedade esta colhendo o que foi plantado no passado e hoje afeta negativamente a vida da maioria dos brasileiros.
Em face dessa análise, urge, portanto, que medidas seja adotadas para diminuir as problemáticas. Mormente, compete às Secretaria de Segurança Pública, com ajuda da Polícia Federal como órgão investigativo, fiscalizarem o fluxo de dinheiro público para destina-ló à mobilidade urbana, por meio de mais transportes públicos com a necessidade ideal para atender a demanda da população e promovesse mais integração entre os tipos de transporte ( metrô e ônibus), com o foco de impossibilitar o desvio desses recursos e reduzir a crescente crise na mobilidade urbana brasileira. Somando-se a isso, acontecerá a diminuição da consequências da mazela, o que permitirá uma nação controlada sobre as questões da mobilidade urbana.