A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 11/10/2019

Em tempos antigos,como na Idade Média,o único meio de transporte do ser humano eram os animais,que através de cavalos,camelos e jumentos,conseguiam se locomover e levar os seus pertences para outra cidade.Porém naquela época,poucas pessoas tinham acesso a esses animais ou usavam eles como veículo,diferente do que acontece no século contemporâneo em que o contingente de automóveis supera o populacional.Dessa forma acarretando,na emissão de gases poluentes e aumento no tráfego urbano.

O período de Terceira Revolução Industrial,ou revolução “Informacional”;que a sociedade está inserida,demonstra forte apego no recurso tecnológico,como meio prático de viver.Onde o uso da tecnologia facilita a mobilização urbana e promove a criação de veículos mais potentes,que visam suprir os anseios das pessoas.Contudo ao fabricar esse automóveis,é inevitável a utilização de combustíveis fósseis(não renováveis),e a emissão de poluentes como os gases-estufa,causadores do efeito-estufa.Além da queima do enxofre e nitrogênio,que causam o fenômeno conhecido como chuva ácida.

Ademais,com o aumento de automóveis no espaço urbano,o tráfego tende a aumentar exponencialmente nas ruas,avenidas e rodovias.Gerando um trânsito caótico e instável,comprometendo a mobilidade nas metrópoles.Trajetos que antes demoravam poucos minutos para serem percorridos,costumam demorar horas em uma cidade cujo trânsito permanece intensificado.

Diante de tais problemáticas é imprescindível que o Governo Federal,em parceria com o Ministério do Transporte,promova o acesso a ciclovias através da criação de ciclofaixas,a fim de introduzir uma nova perspectiva a população,perspectiva essa que revela um meio mais ecológico de locomoção,que evita a poluição e o apego ao uso de veículos automotivos.O uso desse meio alternativo melhora a mobilidade urbana,no sentido que com menos carros,o fluxo transitório tende a ser mais rápido.