A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 24/10/2019
Conforme a primeira Lei de Newton, ou Lei da Inércia, um corpo em movimento tende a permanecer em movimento, até que uma força contrária seja exercida sobre esse corpo. De maneira análoga a isso, a crescente crise na mobilidade urbana brasileira tem crescido de forma exponencial e somente ações contrarias podem frear essa problemática. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de infraestrutura dos transportes/ciclovias da cidade e a venda excessiva de carros.
Primeiramente, é indubitável que a falta de infraestrutura dos transportes/ciclovias da cidade vem ocasionando ainda mais a compra desenfreada de carros. Desse modo, segundo o IBOPE, cerca de 90% dos entrevistados se mostraram favoráveis a construção e ampliação de corredores e faixas exclusivas de ônibus. Chama atenção ainda outro lado da pesquisa: 83% dos entrevistados deixariam de utilizar o automóvel com certeza e/ou provavelmente caso houvesse uma alternativa de transporte publico que estivesse de acordo com as suas expectativas.
Outrossim, é notório que as empresas fabricam cada vez mais carros, visando somente o seu próprio lucro. Dessa forma, segundo steve jobs, um dos fundadores da empresa “Apple”, a tecnologia move o mundo. Contudo, os avanços tecnológicos não trouxeram apenas avanços positivos a sociedade.
Em vista dos fatos expostos, faz-se necessário a adoção de medidas que venham amenizar a crescente crise da mobilidade urbana brasileira. Por conseguinte, cabe ao governo, cumprir seu papel e promover minimização do problema da mobilidade urbana no brasil. Portanto, deve ser destinado as prefeituras recursos específicos, para a construção e ampliação das ciclovias e ciclofaixas, o que facilitará o deslocamento desses veículos, reduzindo o tempo gasto no trânsito e estimulando novas pessoas a aderirem ao uso do transporte público. Somente assim, como na Lei de newton uniremos forças contrárias e teremos uma sociedade que desejada.