A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 10/10/2019
O Brasil já coleciona diversos casos de ruas e avenidas ‘’entupidas’’ de automóveis, o que deixa a locomoção quase impossível. Não é exagero afirmar que isso se dá em razão da precária condição do transporte público brasileiro, além da preferência da população por veículos privados. Tal fato, também contribui para o aquecimento global. Sem dúvida, o país deve preparar-se melhor para atender às novas demandas sociais, sob pena de retrocessos socioeconômicos irreparáveis.
Com efeito, a atual situação dos meios de locomoção públicos da nação são inviáveis para uso. Ora, é inegável afirmar que, por conta de altos preços, baixa infraestrutura e atrasos recorrentes, a população opta por obter seu próprio veículo. Essa situação, satura as vias das cidades brasileiras, gerando engarrafamentos constantes.
Não fosse o suficiente, o Brasil que, segundo o site do IBGE, possui cerca de 210 milhões de habitantes, é um dos países que mais contribuem para o aquecimento global. Isso, se dá pela enorme quantidade de carros e motos por pessoa, uma vez que esses veículos contêm motores a combustão que liberam gases favoráveis ao efeito estufa.
Fica claro, portanto, que poder público e comunidade civil devem se debruçar sobre a crescente crise na mobilidade urbana brasileira, em caráter de urgência. Logo, cabe ao Governo Federal executar melhorias no sistema de transporte público do país. Essa medida, deve ser feita por meio de reformas na infraestrutura e na administração desse sistema, e para tanto, são necessários investimentos econômicos constantes nesse setor, cujos efeitos serão não apenas a brusca diminuição do número de veículos particulares nas ruas, mas também uma baixa nas taxas de emissão de gases que atenuam o aquecimento do globo.