A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 10/10/2019

As Revoluções Indústrias dos séculos XVIII e XIX, foram responsáveis por originar os primeiros automóveis, que eram utilizados para transportar produtos e pessoas de um lugar para outro. Atualmente, grande parte da população usa carros para esses mesmos fins. Segundo pesquisas, existem cerca de sete bilhões de veículos no mundo. Entretanto, por mais que esses automóveis foram inventados para facilitar a vida das pessoas, nos dias de hoje, eles acabam por ter o efeito contrário, pois geram trânsito congestionado, o que atrapalha a mobilidade urbana, além de causarem poluição.        Atualmente, um dos maiores problemas da população brasileira é o trânsito congestionado que enfrentam todos os dias. Segundo o economista Guilherme Vianna, o Brasil perde cerca de 267 bilhões de reais por ano por conta dos congestionamentos. Além disso, ele ainda mostra que mais de nove milhões de pessoas demoram mais de uma hora para chegar ao trabalho todos os dias.

Ademais, o uso desses veículos aumenta os níveis de poluição no ar. De acordo com pesquisas do Instituto Saúde e Sustentabilidade, 95% da poluição atmosférica é provocada pelos veículos movidos a combustíveis fósseis. Ela afirma também, que essa poluição causada pelos carros é responsável por matar dois milhões de pessoas por ano.

Dessa formar, maneiras precisam ser tomadas para a diminuição da crise na mobilidade urbana brasileira. O Ministério de Transporte, junto do Ministério das Cidades, deve criar programas para conscientizar a população do uso desses veículos, além de incentivar que elas passem a utilizar mais os transportes públicos. Esses programas serão realizados por meio de palestras em lugares abertos e de fácil acesso a população. Ademais, elas serão divulgadas por meio da distribuição de panfletos, por voluntários do programa, nas residências das regiões onde ocorrerão esses eventos. Agindo assim e pensando nas palavras de Mahatma Gandhi, “o futuro depende do que é feito no presente”, em alguns anos a crise na mobilidade urbana brasileira deixará de crescer.