A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 12/10/2019
É incontrovertível que, no século XIX, o modelo de produção de Henry Ford, com a fabricação dos carros T-Black, foi o agente pioneiro do processo da mobilidade urbana mundial. Todavia, atualmente, no Brasil, o número elevado de veículos nas ruas tem sido um dos maiores problemas enfrentados pela população. Isso porque as políticas publicas, voltada para a organização do fluxo de transportes, são insuficientes para atender a necessidade do tráfego de pessoas nas áreas de intensa circulação. Conforme a terceira lei de Isaac Newton, “Para toda ação há uma reação de mesma direção e sentidos opostos”, podemos afirmar que, a falta de segurança dentro dos transportes públicos é um dos principais fatores contribuintes da crise da mobilidade urbana brasileira. Pois, os alto índices de violências cometidos nos ônibus e metrôs, bem como o desconforto, fazem com que muitos brasileiros prefiram utilizar carros particulares ou serviços de aplicativos, como o UBER, ao invés dos veículos públicos. Desse modo, elevando a quantidade de automóveis nos centros das cidades, e consequentemente a estagnação do transito no país. Além disso, a extensão de faixas exclusivas de ônibus e bicicletas são insuficientes para atender a demanda diária do tráfego de pessoas. Uma vez que, em determinados locais há o encontro de carros, bicicletas e outros veículos, por não existir continuidade de corredores, de modo a abranger o ponto de partida e de chegada dessas rotas. Portanto, pondo, desde 2016, o Brasil, em três das dez posições, no ranking de estados com maiores engarrafamentos no mundo, segundo o jornal Gazeta do Povo. Logo, é necessária a atuação do DETRAN junto a Polícia Civil, de cada estado, dentro dos transportes públicos, com a presença de policiais, em horários aleatórios, porém, diários, para intimidar a presença de assaltantes e oportunistas, por conseguinte, manter a segurança e atrair mais usuários. Também, o DNIT poderia convocar startups, no campo da engenharia, para elaborar formas inteligentes de ampliar as faixas exclusivas em menos tempo, assim, alcançando o propósito do país.