A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 09/10/2019
O direito de ir e vir está expresso na constituição Federal de 1988. No entanto, quando se observa, no Brasil, hodiernamente, esse direito só fica no papel já que na prática não é observada e a problemática, com relação à mobilidade urbana, persiste liga intrinsecamente na realidade brasileira.
Por conseguinte, a falta de infraestrutura nas grandes cidades é um problema que aumenta com o passar do tempo. Devido a tal panorama não se têm investimentos em obras alternativas como ciclofaixas, como consequência o maior números de carros circulantes. Tal falta de programas políticos se têm o agravante do nível de dióxido de carbono na atmosfera gerando problemas respiratórios aos indivíduos.
Outrossim, não é incomum observar cidadãos se endividando para obter um transporte individual, tanto para suprir a necessidade de deslocamento quanto para munir-se do status advindo de tal compra.De acordo com o jornal O Globo, os paulistanos gastam em média 45 dias do ano presos no trânsito, reiterando a diminuição da qualidade de vida proporcionada pela má mobilidade urbana. Não cuidado do bem estar pode futuramente agravar problemas como depressão e ansiedade por esta muito tempo no transito.
Portanto, é viável pensar em soluções para o problema. Por isso, as Secretarias dos Transportes Metropolitanos de cada estado devem ampliar a quantidade de ciclofaixas no território brasileiro, por meio de maiores investimentos financeiros e fiscalização de funcionamento que garanta pleno bem-estar da população, com o intuito de desincentivar a busca pelo transporte individual e facilitar a locomoção urbana no Brasil. Dessa forma, o Brasil se distanciará respeitará o que está na sua Constituição Federal.