A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/10/2019
Desde o século XX, os automóveis surgiram para facilitar grandemente a vida do cidadão ao economizar o seu tempo, em vista da grande espera pelo transporte público. Desse modo, com o aumento na compra de carros e motos as principais ruas e avenidas do estado congestionaram, tornando a mobilização de toda a sociedade dificultada.
Ao fazer uma breve comparação do Brasil no século XX para o século XXI, é possível notar a baixa demanda na compra de carros por conta da eficácia e qualidade dos transportes públicos na época. Entretanto, em consideração ao descaso do governo quanto a qualidade dos transportes fornecidos por ele, é aceitável a escolha do indivíduo por optar pela compra de um automóvel individual. Por certo, é necessário analisar também os malefícios causados pela grande quantidade de veículos transitando pelas cidades.
A poluição ambiental sempre esteve presente no Brasil, e de encontro com a mobilidade urbana, afeta toda a civilização, pois, altos níveis de CO2 (dióxido de carbono) são emitidos podendo ser nocivos à saúde humana.Além disso, o alto índice de acidentes ocasionados pelos automóveis crescem diariamente, junto a uma elevada taxa de mortalidade, fato que afeta não só quem dirige, mas também as pessoas ao redor e suas famílias.
Em suma, os automóveis são de grande importância para todos porém, com sua grande demanda, é necessário mudanças para que não tenha a superlotação de veículos nas principais rotas dos habitantes. A Lei n° 12.490, já sancionada que, abrange a restrição de certos automóveis (em dias específicos da semana) pela numeração da placa, conhecido popularmente como “rodízio de carros” dever ser mais rígida para com a população. Não se limitando a isso, a implementação de pedágios urbanos devem ser considerados pois com ele, haveria uma melhora significativa no tráfego nas grandes cidades urbanas. O Ministério da Infraestrutura, órgão responsável pelas políticas nacionais de transito, deve manter a Lei e modificá-la a tornando mais severa e considerar a implementação de pedágios urbanos. Logo, a mobilização urbana não será mais um problema em questão e, não só a superlotação de carros e motos diminuirá, mas também, a poluição ambiental e os acidentes que tomam conta do país.