A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/10/2019
A situação brasileira de mobilidade urbana é caótica e isso pode se explicado pelo pouco investimento na diversificação dos modais. Tal fato se deve à instalação de indústrias automobilísticas no Brasil desde os anos 50. Embora hodiernamente tenham surgido novos meios de transporte, esses ainda não suprem a necessidade do cidadão urbano, ratificando a ideia de que medidas devem se tomadas para sanar a problemática da mobilidade urbana no país.
Em primeira instância, é fundamental mencionar o investimento governamental massivo em rodovias e automóveis. A instalação de indústrias automobilísticas e a importação de carros, principalmente, durante o governo de JK, deu início a construção de um país cortado por estradas. Embora a chegada dessas indústrias tenha facilitado a aquisição de automóveis pela população brasileira, as estradas do país não atendem suas necessidades e desencadeiam a atual problemática de trânsitos caóticos e péssimas condições de mobilidade.
Em segunda instância, é necessário destacar a atuação de empresas privadas no auxílio à diversificação de transporte. Isso porque é crescente o número de bicicletas e patinetes motorizados disponíveis para serem alugados nas metrópoles do país. Além de serem uma forma de evitar o congestionamento nas pistas, são meios de transporte não poluentes. No entanto, para de que possam ter efeitos significativos no trânsito das cidades, é necessário que as ciclovias sejam multiplicadas.
Portanto, tendo em vista os problemas decorrentes da pouca diversidade nos meios de transporte, reafirma-se a necessidade de uma ação. Nesse sentido, o Governo Federal, através do Ministério de Transportes deve enviar verbas aos municípios brasileiros para que haja a construção de ciclovias que cruzem toda a cidade e, dessa forma, diminua o congestionamento nas rodovias. Com isso, a mobilidade do país se tornará mais fluida e menos poluente.