A crescente crise na mobilidade urbana brasileira
Enviada em 08/10/2019
Desde o processo de urbanização brasileira, que ocorreu no século passado com a chegada das indústrias no governo de Getúlio Vargas, as cidades brasileiras cresceram de forma desordenada. Logo, várias são as consequências dessa explosão demográfica, como congestionamentos, engarrafamentos, problemas de infraestrutura e semelhantes. Com isso, torna-se necessário com urgência mudanças na mobilidade urbana brasileira para o bem da sociedade.
Diante dessas prerrogativas, com o aumento de veículos automotores em ruas e avenidas, tais vias ficam extremamente congestionadas principalmente em horário de pico, visto que as pessoas se deslocam simultaneamente para escolas, faculdades e trabalho. Com isso, algumas consequências negativas são observadas, como roubo, furto e poluição, por exemplo, causando perigo a população dos grandes centros urbanos.
Também, é comum nas vias das cidades brasileiras, problemas de infraestrutura, como buracos, desníveis e alagamentos em ruas e passeios. Dessa forma, o trânsito de pedestres e veículos ficam comprometidos, uma vez que esses são obrigados a diminuir suas velocidades para que não ocorra acidentes. Além disso, cadeirantes ficam desprovidos de liberdade, pois são impedidos de locomoverem-se com segurança nas calçadas, fato este que vai contra o direito de liberdade proposta pelo sociólogo Locke.
Portanto, algumas mudanças devem ser evidenciadas a respeito da mobilidade urbana no país. Destarte, o Ministério da Economia junto ao Governo Federal, devem ampliar verbas nas cidades brasileiras, por meio de repasses as prefeituras municipais, para que estas empreguem tais valores em infraestrutura e urbanismo, como melhorias em vias, viadutos e passarelas, e assim, fluir o trânsito de pedestres e veículos. Ademais, ONGs, Organização Não Governamental, devem conscientizar a população por meio de palestras, panfletos e debates em espaços públicos, a importância do transporte público e de bicicletas, com o intuito de desafogar o trânsito e combater o sedentarismo, no caso dos ciclistas.