A crescente crise na mobilidade urbana brasileira

Enviada em 13/10/2019

O Brasil vem enfrentando uma crise na mobilidade urbana que desencadeia consequência negativas para a sociedade. A indústria automobilistica e a precariedade do transporte público desencadeam a necessidade de adquirir um veículo próprio. Devido as condições do trafego não garantirem uma mobilidade ideal para a população.

A explosão do consumo de automóveis no Brasil aconteceu na década de 60 com o surgimento dessas indústrias que impulsionaram o crescimento da frota de automóveis, que sempre foram considerados sinônimo de conforto e praticidade, dessa maneira, esse desejo por adquirir um automóvel ainda vigora. Assim, a indústria produz cada vez mais carros, independente se eles terão espaço físico para circular, e propaga a necessidade das pessoas possuírem o melhor carro. Ademais a precariedade do transporte público faz com que as pessoas sintam a necessidade de adquirir um veículo próprio.

Contudo, para garantir um trânsito ideal as cidades devem possuir infraestrutura para isso. Pelo crescimento de veículos ser exponencial, a demanda de obras e de mudanças na engenharia de trânsito devem agir visando essas mudanças.  Por exemplo, as obras públicas para melhorar o trânsito de Porto Alegre para a Copa de 2014 ficaram prontas anos depois do evento quando a demanda já havia aumentado.

Dessa forma, é necessário que medidas sejam tomadas para amenizar a crise da mobilidade urbano brasileira. Por meio de investimentos públicos  em engenheiros de tráfego e em obras públicas conforme a demanda de cada cidade, em grandes cidades a utilização do sistema de rotação de placas como na capital de São Paulo minimiza o número de carros circulantes durante a semana. Com a finalidade de amenizar as consequências da crise da mobilidade urbana brasileira.