A contribuição de artes visuais, dança, música e teatro como disciplinas obrigatórias
Enviada em 15/06/2020
Ser crítico enquanto cidadão
Entender educação como forma universal, é um desafio que demanda recursos, gestão, coragem das autoridades políticas e da sociedade. É em 1549 que o Brasil inicia a sua história no campo educacional, com instalações de escolas, colégios e seminários. Uma educação predominantemente catequista até a expulsão dos Jesuítas do Brasil pelo Marques de Pombal.
No entanto, as transformações no campo educacional não foi para o povo uma mudança capaz de trazer crescimento significativo, uma vez que educação era destinada aos filhos dos colonos.
É somente na década de cinquenta que o Brasil vai ganhar um novo olhar na educação com as ideias de Anísio Teixeira, e sua defesa de por uma Escola Pública, Universal e gratuita para todos.
Segundo Paulo Freire, educação vai além de um direito, é um direito de transformação individual capaz de transformar a sociedade.
Dessa forma, uma educação que seja, pública, universal e gratuita é um direito subjetivo e que está previsto no Art. 5° da LDB(Lei de Diretrizes e Bases da Educação) Inegavelmente o Brasil avançou em educação e ao acesso, garantidos na Constituição Federal de 1988, no Plano Nacional de Educação, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, na Base Comum Comum Curricular.
No entanto, é nas classes menos favorecidas que está os maiores desafios quanto ao ensino de artes visuais, dança, teatro e música, uma vez que esse acesso é garantido às classes mais abastada, provocando um distanciamento da cultura aceita pela sociedade.
Para tanto, é necessário que a escola saiba da importância desses saberes, inserindo em seu Projeto Pólico Pedagógico e que esteja alinhados com educadores comprometidos com o saber e o desejo de transformação, transferindo assim para o educando o seu reconhecimento enquanto sujeito de direitos e deveres, capaz de crítico enquanto cidadão. .