A contribuição da miscigenação para a identidade cultural brasileira
Enviada em 25/07/2024
O filme “Meu malvado favorito” apresenta vários minions - criaturas amarelas sem fácil distinção - isto é, a ausência de diversidade provoca um monopólio de identidade comum. Visto isso, a miscigenação contribui para uma célula de identidade nacional despreconceituosa por causa do contato com as diferenças culturais. Consequentemente, se o Estado maximizar o destino de esforços para aumentar o número de culturas no Brasil, o brasileiro será mais respeitoso.
Sob essa ótica, a ajuda do ajuntamento de etnias opostas em costumes e credos para os patriotas é causar interesses múltiplos nas pessoas, distanciando-as da atenção cultural singular que engendra preconceito. Nesse sentido, o Brasil não registrou “Apartheid” como a África do Sul, ou banheiros para brancos e negros como os EUA, porquanto reconheceu a igualdade humana entre povos originários e secundários relativamente cedo, isto é, desde 1888 na lei Áurea. Além disso, não só no artigo quinto - todos são iguais perante a lei - mas também o “Carnaval” evoca a clara intenção do país em diversidade e igualdade ao convidar a população mundial para festejar em armonia apesar das estranhezas. Disto isso, os brasileiros são acostumados com a multiplicidade cultural em razão da lei e cultura gentil.
Consequentemente, uma vez que se observa êxito na agrupação etnica brasileira assaz distinta, convém que o Estado invista em multiplicar os portais de entrada das civilizações ainda distantes. Outrossim, preconceito é gerado na falta de contato com o alheio e fundamenta retrocesso histórico, isso quer dizer que é perigoso o isolamento nacional. Vale lembrar que o Brasil tentou usar o extinto programa “Ciências Sem Fronteiras” para enrriquecer o país em dissemelhança a medida que os brasileiros retornavam sabidos do exterior, todavia não continuou com o programa, isto é, desacelerou a miscigenação. Entretanto, fez a “Lei de Cotas” que aumentou em 50 porcento a população negra em universidades, isto é, se voltar com o Ciências sem fronteiras e manter as cotas, saturará respeito etnico.
Portanto, infere-se que a miscigenação é salutar, pois evita preconceito, então o Estado tem que misturar. Destarte, o Senado, o qual sintetiza leis, deve resgatar o “Ciências Sem Fronteiras” através de votações, a fim de evitar identidades “minion”.