A banalização da prescrição de psicofármacos na infância
Enviada em 12/08/2021
O convivio com doenças psicológicas e comportamentais, tem se tornado cada dia mais frêquentes, e com a vinda da pandemia aumentou gradativamente esses números, afetando também as crianças. De acordo com o site, mente saudavel o número de crianças afetadas por esses problemas teve o aumento de 10% em relação aos ultimos anos, muitas vezes o uso de remédios é um frequente caminho tomado, que acaba se tornando um problema.
Uso de remédios em crianças tem sido comum em relação a tratamentos para problemas de comportamento, aprendizagem e entre outros. Para ter uma noção desse costume, em uma pesquisa feita pela SciELO Brasil, de 687 crianças entrevistadas pelo menos 52%, fazem o uso de algum tipo de medicamento. Muitas das vezes o diagnostico é feito de qualquer forma, e crianças que são agitadas se tornam imperativas e com isso vem a prescrição do remédio.
Como consequência do uso desses remédios, o corpo e o psicológico dessa criança se torna dependende, a dose do remédio se torna cada vez maior pelo fato do corpo se acostumar com as pequenas quantidades e estimular ainda mais o uso. O excesso pode causar intoxicação e levar ate mesmo a morte, por isso é importante se atentar aos sintomas causados .
Mas além de se atentar aos sintomas é ainda mais importante freiar o uso desnecessário de remédio nas crianças, como por exemplo: em reuniões de pais e professores fazer uma pequena e rápida palestra em relação ao uso dos remédios, fazer postagens na internet que é uma das principais formas de comunicação atualmente, impor também novos metodos de tratamento que evite o uso de remédios. Tomando algumas dessas medidas, podemos diminuir o número de estatísticas e principalmente de mortes.