A banalização da prescrição de psicofármacos na infância

Enviada em 11/08/2021

A prescrição abusiva de psicofármacos não atinge apenas os adultos, mas também o mal-estar das crianças tem encontrado uma resposta pronta sabre autoritário que não resiste à compulsão de medicar. Atualmente, qualquer sinal de mal-estar pode ser diagnosticado como uma patologia cuja terapêutica será a administração de remédios, o que acaba causando uma depêndencia abusiva em crianças ou até mesmo adolescentes.

Apesar do uso de psicofármacos na infância ser apenas a uma situação extremamente necessária, o feito do remêdio e suas substâncias pode agravar uma séries de problemas no consumidor infântil, sendo alguns deles; tremores e desinibição comportamental ou efeito paradoxal - que é comum em crianças muito pequenas.

Vendo que o consumo delas são somente em situações de emergência - e que são bem diagnósticados pelos médicos, sendo alguns deles psíquiatras, quando a questão é crônica/psicologico, como por exemplo depressão ansiedade ou até mesmo o TDAH -. São necessário diversas baterias de exames para que tenham a certeza de que a criança tem a necessedade do medícamento.

Contúdo sabemos que o diagnóstico correto nos traz beneficios de realização de uma possível ajuda, o que nos ajuda a indentificar e resolver-lo antes que ele se agrave. Sendo assim a banalisação da  prescrição de psicofármacos na infância pode agravar consequências futuras como ás difículdades da criança em viver em seu meio.