A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 12/01/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita sem problemas quaisquer problemas ou conflitos sociais. Entretanto, hodiernamente, é oposto do que é visto na obra, uma vez que a alimentação na rede pública de ensino seja um empecilho na idealização de More. Essa realidade antagônica é fruto tanto da precariedade na merenda escolar, quanto dos desvios de verbas destinadas a alimentação.
A princípio, cabe observar que apesar de está previsto na Constituição Federal, o direito assegurado á alimentação adequada, nem todos conseguem ter acesso. Desse modo, uma população mais carente encontra na merenda escolar sua oportunidade se alimentar sendo para muitos uma maneira exclusiva de fazer suas refeições. Contudo, a precariedade nos alimentos servidos na merenda não suprir a necessidades nutricionais diárias.
Outrossim, é possível destacar que outro fator que impulsiona a continuidade da problemática são os desvios de verbas destinadas a alimentação. Segundo o site “G1” , foram desviados cerca de 80% do dinheiro reservado para comidas das instituições de ensino público. Tal fato acontece por falta de fiscalização por parte dos órgãos responsáveis. Dessarte, prejudicando diretamente os alunos.
Portanto, algo precisa ser feito com precisão para amenizar o problema em todo o território brasileiro. Logo, Instituições de ensino público, família e estudos, deve fiscalizar e cobrar aos órgãos competentes uma alimentação adequada. Ademais, Estados e Municípios por meio de conversas, devem criar programas que garanta refeições até no fins de semana para os alunos mais carentes, no instituto de visar seu bem-estar, e consequentemente seu desempenho escolar. Só assim, o problema poderá ser gradativamente reduzido.