A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 07/01/2021

Segundo o filósofo Thomas Hobbes, é dever  do Estado  garantir o bem estar da população. Sob esse viés, o Estado deve garantir a alimentação em toda rede pública de ensino, para que não haja falta de merenda para os alunos. Entretanto, está ocorrendo falta de merenda em escola com pouca estrutura, o que gera uma nutrição precária e a falta de pessoas qualificadas para oferecer uma alimentação adequada.

Em primeira análise, as escolas do interior é onde mais sofre por uma nutrição precária. Diante dessa perspectiva, nem todas escolas conseguem alimentar os alunos, no interior, parte das escolas sofre por escassez de alimentos. Sendo assim, o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), criado em 1954, informa que atende apenas 38.4% das escolas, deixando elas sem estrutura para a produção de merendas, não utensílios de cozinha, nem eletrodomésticos, deixando o resto em situação precária.

Em segunda análise, pessoas qualificadas para trazer uma alimentação saudável está em falta. Nesse sentido, com merendeiras desqualificadas, acaba oferecendo para os alunos, alimentos com muito indice de sal, carne processada, entre outras comidas que fazem mau a saúde. Além disso, a pesquisa nacional da saúde escolar, constatou que 30% dos alunos comem diariamente alimentos ultraprocessados e grande parte deles são oferecidos nas escolas.

Portanto, a alimentação em escolas de rede pública deve ser administrada na qual todos os alunos sejá beneficiados, trazendo uma igualdade. Assim, o Estado de cada municipio deve ampliar a fiscalização em todas redes de ensino, e ampliar o programa de merenda escolar, para que consiga alimentar todos de forma igualitária, também deve providenciar utensílios de cozinha. Dessa forma, deve providenciar nutricionistas para não colocar a saúde dos estudantes em risco, e cozinheiras profissionalizadas e qualificadas, para que possamos garantir uma boa saúde e alimentação para toda rede pública de ensino.