A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 09/12/2020
Muito se tem discutido, recentemente, acerca da alimentação na rede pública. Assim, analogamente, em 1948 houve a aprovação do direito de viver livre de fome e desnutrição. Visando pontos positivos e negativos, não só pela avaliação nutricional escolar, mas também ao desvio de verbas destinada a merenda escolar. Dessa maneira, nota-se que essa problemática precisa ser combatida no Brasil.
Inicialmente, sabe-se que nas escolas públicas o cardápio alimentar mensal das redes de ensino é entregue para ser avaliado por um profissional nutricionista, com a perspectiva de uma alimentação saudável e equilibrada para os estudantes. Como prova, segundo o site Escola da Inteligência, a alimentação infantil, sendo ela com valor nutricional adequado, é de suma importância para o desenvolvimento corporal e intelectual de uma pessoa. Desse modo, é notório a eficácia da alimentação quando bem feita.
Além disso, de acordo com o Ministério Público Federal, no Estado de Roraima, houve um contrato falso entre a Prefeitura e empresas “laranjas”, sendo assim o desvio de verbas das merendas escolares iniciaram. Dessa forma, muitas crianças que não têm condições financeiras de se alimentarem em suas casas, acabam, também, ficando sem o abastecimento na escola.
Portanto, o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Economia, deve criar o Projeto Integral de Inclusão Alimentar, provendo aos alunos mais carentes , de baixa renda e que tenham menos de duas refeições por dia em suas residências , o direito a pelo menos quatro alimentação grátis na escola, a fim de amenizar os impactos causados pela falta de recursos em casa e pelo desvio de verbas acometido. Assim, a Constituição de 1948 seria integralmente atendida de acordo com a igualdade de viver livre de fome.