30 anos da Constituição Cidadã: avanços e retrocessos
Enviada em 29/08/2021
A Carta Magna de 1988 - ou Constituição Cidadã - completou 30 anos em 2018, porém foram promulgadas outras seis antes dela. Certamente, analisando-as, percebe-se que a atual Constituição vigente no Brasil é uma vitória para o povo, pois garante uma série de direitos. Entretanto, mesmo com tantas regalías, parte da população não as usufrui.
Por certo, cabe mencionar que a Constituição Cidadã foi uma vitória para os brasileiros, o que atualmente não ocorre em alguns países. Segundo reportagem feita por Marco Antônio Villa, do jornal Estado de Minas, a população norte-coreana vive em um país ditador que, na capital, não é permitido possuir celulares e nem carros próprios, além de ter o toque de recolher às 21 horas. Ou seja, eles não são verdadeiramente livres, o que é garantido no Brasil pela Carta Magna de 1988.
Ademais, vale destacar que o Estado não cumpre com todos os direitos presentes na Constituição. De acordo com um levantamento do Instituto Locomotiva/Ideia Big Data, de 2018, 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no país. Outrossim, conforme raking do Instituto Trata Brasil, a nação ainda tem 34 milhões de pessoas sem acesso à água tratada, 100 milhões sem coleta de esgotos e somente 46% dos esgotos produzidos no país são tratados.
Portanto, com o objetivo de garantir os direitos dos cidadão, que são assegurados pela Constituição, o Estado deve gerar mais empregos, por meio de uma economia industrializada, para que o PIB (Produto Interno Bruto) aumente e o governo atenda as necessidades básicas do povo. Ademais, a sociedade pode, utilizando-se de trabalhos sociais, ajudar as camadas mais carentes da sociedade a terem uma qualidade de vida melhor. Sendo assim, o brasileiro precisa estar ciente de seus direitos e deveres, pois um indivíduo desinformado é dominado pela sua arrogância.